
“O jardim é o rosto de nossas entranhas; somos o jardim que plantamos. Ou o jardim que amamos, sem que o tenhamos plantado, mas que outro plantou. E quando isso acontece, podemos ter certeza de que sonhamos sonhos parecidos. É possível que possamos nos tornar conspiradores… Eu e o outro jardineiro. O fim de todo trabalho cósmico foi a criação de um jardim. O jardim é o fim de tudo que se faz. Puro prazer, ressurreição do corpo…”
Rubem Alves (O Jardim, em O Quarto do Mistério, 1995)
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